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Sobre o MBVA

 

Jéssica Polese

Jessica Polese é médica e querida entre os capixabas devido suas não raras aparições na televisão para dar dicas de sono e na área da pneumologia, também presente nas colunas sociais devido a sua constante atuação. Atuante politicamente, tendo escrito o livro Meu Brasil é Verde e Amarelo que rodou o estado e foi bem aceito devido a fidelidade aos fatos, sem eleger falsos líderes, “celebridades espontâneas”, o que ganhou a simpatia da população capixaba.

Jessica dá dicas na TV sobre assuntos médicos que podem melhorar a qualidade de vida e é presente nas redes sociais com o “Fala Doutora”, mas o que a consagrou politicamente além da sua participação nas manifestações e o livro, foi sua participação em sessão pública na Câmara Municipal que disse não conhecer petista honesto.

No demais, sua página no facebook que carrega o nome do livro é responsável por diversos virais que culminaram na pressão ao STF, combate a corrupção e convocação de manifestações diversas de cobranças ao governo.

Jessica é diretora clínica do Laboratório Vivera. O Laboratório Vivera é especializado em fornecer soluções nas áreas da Fadiga, Distúrbios do Sono e Segurança e Higiene Ocupacional para empresas que desempenham atividades de risco e, ou, operações 24 horas, sete dias na semana. Por meio do SIGERA® a VIVERA vêm agregar ao SESMT das empresas, processos, intervenções e analise de forma sistêmica e inovadora no Gerenciamento da Fadiga Humana.

Contribuir segundo a estratégia da empresa nos resultados referente qualidade de vida e bem estar dos seus empregados, elevando a produtividade de forma sustentável, reduzindo os acidentes de trabalho e o absenteísmo causados pela fadiga, por fatores psicossociais e ergonômicos, além dos Distúrbios do sono.

A VIVERA conta com uma equipe multiprofissional, com formação de base na área das Ciências Biológicas da Saúde e Humanas que atuam por meio de uma abordagem sistêmica na solução dos problemas inerentes a fadiga que impactam diretamente na saúde e segurança do empregado. A organização dos serviços está baseada no modelo de desenvolvimento em núcleos operacionais organizadas por áreas segundo as necessidades e características do negócio da empresa. Assim, a Vivera dispõe de estrutura, profissionais e de metodologia qualificada a atender as demandas de diversos segmentos organizacionais e empresariais, tais como de mineração e siderurgia, transporte de cargas, óleo e gás, Aviação, Call centers, entre outras.

Conservadora

Mestre em ciências. Especialista em Medicina do sono, Especialista em Pneumologia pela Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (FHEMIG). Diretora clínica da Vivera. Responsável pelo laboratório do sono da Vivera e autora do livro Meu Brasil é Verde e Amarelo.

 

 

Gustavo Peixoto

 

Nos idos de 2013 havia no país um sentimento de indignação evidente em cada ambiente que frequentava. Entretanto, as pessoas não sabiam como canalizar essa indignação com os caminhos da economia e política brasileiras. Manifestações convocadas em todo o Brasil por redes sociais tiveram adesão maciça, com pautas diversas mas que no conjunto expressavam a decepção da sociedade com os serviços prestados pelos governantes. Como medida de emergência, a Presidente Dilma, lançou mão de um projeto de “resposta à população” com medidas diversas, dentre as quais o Programa Mais Médicos (PMM). Esta medida populista tentou colocar na classe médica brasileira a responsabilidade principal pelo caos da saúde pública, ignorando os motivos principais: falta de infraestrutura e de gestão capacitada.

Neste momento, diversos médicos que não tinham engajamento político se posicionaram denunciando a farsa do PMM que basicamente empregava mão de obra desqualificada sob um regime de mais valia e semi-escravidão. Manifestações denunciando a farsa eclodiram pelo país com adesão de médicos e estudantes de medicina. Em 2014, com as eleições presidenciais, a imensa maioria da classe médica apoiou a oposição ao governo, levando para uma disputada disputa em segundo turno uma eleição que tempos antes parecia ser decidida no primeiro turno. A oposição foi derrotada pela situação que usou de todos os métodos baixos da Velha política (caixa 2, uso da máquina estatal, medidas populistas, etc…). A derrota ficou com um cheiro de estelionato eleitoral, levando imediatamente ao surgimento de protestos pequenos no final de 2014, tornando-se gigantes em 15 de março de 2015 e crescendo progressivamente até 2016, culminando em importante pressão social sobre o congresso nacional para aprovação do impeachment da Presidente da República.

Neste processo, desde o ataque do governo à uma classe que realiza um trabalho de luta diuturna pela defesa da saúde da população, mesmo em situações estruturais inadequadas, grupos de médicos se reuniram em redes sociais (quase todo médico tem um smartphone) e colaboraram como puderam para a oposição ao governo federal (financeiramente, presencialmente com trabalho ou ambos), alguns tornando-se lideranças no movimento que inicialmente queria renúncia, cassação ou impeachment da Presidente reeleita. Posteriormente, com a rejeição de contas no Tribunal de Contas da União e o respaldo jurídico de grandes juristas nacionais, a proposta do impeachment surgiu como a mais viável para que o Brasil quebrasse o ciclo de incompetência e corrupção dos governantes da época e tivesse uma janela de oportunidade para o combate à impunidade (tendo a operação lavajato como protagonista) e a busca por um estado mais eficiente (via reformas estruturantes). Hoje, graças à todos os brasileiros que conseguiram enxergar os riscos do populismo e bolivarianismo, desistiram transformar indignação em ação, o Brasil atravessa um momento de maior estabilidade política, econômica com perspectivas de um futuro melhor. Neste processo, sem dúvidas, a participação de médicos individualmente, em grupos, ou por meio de entidades, foi altamente relevante.

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