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Parabéns: você colaborou para produzir a maior renovação do congresso nacional em décadas!

Dani Schwery

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Eleições de 2018 foram um marco histórico da presença dos candidatos nas redes sociais. Em 2012 pessoas que falavam sobre política nas redes sociais eram raras, com poucas visualizações, portanto para chamar a atenção dos olhares do público era mais comum se encontrar personagens emblemáticos, como por exemplo, o “Raio Privatizador” em 2014, ou ainda as mulheres frutas.

Quando se falava em política mesmo que em grupos de facebook que carregasse o nome de Notícias da Cidade, era-se rechaçado, e, na maioria das vezes expulso como se fosse o errado da história.

Em 2013, as redes sociais começaram a ser diferencial, sendo a grande protagonista das grandes manifestações cujo o pontapé inicial foram os 20 centavos, mas a grande vitória foi derrubar a PEC 37. Mas nada se compara ao que se chegou agora em 2018.

Hoje, em 2018 a força das redes sociais superou a força do tempo de TV, pouco importando se PSDB (em muitos doa casos), tradicional partido, tinha mais tempo que outros partidos, caso do PSL que mesmo que com pouco tempo de TV fez a segunda maior bancada no congresso com 52 deputados eleitos, fez 44 novos deputados em relação a 2014. PT ainda continua com a liderança com 56 deputados eleitos, 5 a menos que em 2014, mas esse fato já não se deve mais ao tempo de TV, e sim, ao seu trabalho de base que pese todos os escândalos de corrupção e críticas severas ao viés ideológico, continua com forte trabalho de base.

A mudança de hábito da sociedade naturalmente vai mudar como se vê a briga pelo tempo de TV, abrindo espaço para novas discussões daqui para frente. Porém, muito ainda deve ser encarado que pouco mudou ainda neste ano, como ocorre com o fundo partidário, onde muito dos candidatos ainda recorrem ao dinheiro público para tão apenas gastar com marketing pessoal, não com saúde, educação e segurança como se devia. Fora a falta de critérios para a distribuição dos recursos públicos e a falta de controle do uso dos mesmos. O uso fundo partidário pode ser classificado simplesmente como imoral, um grande desperdício de dinheiro público.

Mesmo com tantas alternativas, exemplo disso é o crowdfunding, a velha política ainda se faz presente na mentalidade de muitos brasileiros que pouco exigem em propostas e ideias dos candidatos ainda neste momento. Eleitores que votam na base de gratidão, amizade e troca, que não entendem a importância de participar ativamente do processo político para a construção de um Brasil melhor. Somente muita inclusão e educação para transformar.

Dr. Gustavo Peixoto
Médico cirurgião e ativista político

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Economia

Dr Jessica Polese adverte: Só reforma da previdência não vai salvar o Brasil

Dani Schwery

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Preocupada com a situação do país há anos, quando começou a atuar em causas políticas, Dra Jéssica Polese observa que muitas boas mudanças aconteceram nos últimos anos, a população se tornou mais consciente de que deve se envolver mais nas decisões que são tomadas pelos governos que vão influenciar suas vidas, mas acredita que estejamos dando muita atenção apenas há um item: a Reforma da Previdência.

Hoje, é quase unânime que as regras da previdência devem ser mudadas, contudo, o problema imediato do Brasil não será resolvido por ela, com o desemprego crescendo e chegando quase à casa dos 14 milhões.

Se a reforma, que vai ser dura por conta do atraso na sua manutenção e das desigualdades existentes, for a mais satisfatória possível ainda levará décadas para que sintamos seus efeitos, nenhuma consequência dela será a curto prazo. O “mercado” pode até ter uma melhora imediata mas, pela sua volatilidade, será algo pontual e de curta duração, pois o setor produtivo, aquele que realmente gera riquezas, não será afetado tão cedo.

O que sugere a Dra Jessica é que outras reformas devam estar “correndo” em paralelo, em especial a reforma tributária, essa que sim pode influenciar na geração de empregos à curto/médio prazo. Com a diminuição da carga tributária haverá mais estímulos aos empresários em contratar ou mesmo aqueles que ainda vão empreender. Como no caso da previdência, mesmo que a tributária seja a mais satisfatória possível levará um tempo até que as empresas cessem as demissões, comecem aproveitar os ainda empregados e parcialmente ociosos, para mais tarde começarem as contratações.

Não é possível que fiquemos esperando que a reforma da previdência chegue ao final, isso se chegar, e o projeto ainda deve ser avaliado também no senado, para só então tratar de outros assuntos também prioritários. Nós temos 513 deputados e 81 senadores, é gente demais, será que não conseguem estudar mais de um projeto por vez?” pergunta Dra Jessica.

Os projetos quando estão tramitando no congresso, seja na Câmara ou Senado, tem de passar por comissões, como a de Constituição de Justiça, de Orçamento, dentre outras, para avaliação da legalidade jurídica e da viabilidade financeira, por exemplo; essas comissões tem em média 10% dos membros de casa em que está, ou seja, a maioria dos deputados ou senadores estão ociosos nessa questão.

“Mesmo se tivéssemos menos, talvez metade, dos deputados e senadores, ainda assim já seria gente suficiente. Eles poderiam, por exemplo, parar de trabalharem apenas de terça à quinta, as vezes menos que isso, e permanecer em Brasília a semana toda para que as coisas andem mais rápido por lá, talvez com mais tempo lá eles possam ‘articular’ melhor'”, brinca ela.

Polese foi uma das que há muito tempo levantou a bandeira pelo fim dos impostos indiretos já na ocasião das manifestações dos caminhoneiros em 2018, o que resolveria parte do problema dos preços dos combustíveis que acaba refletindo em todos os outros produtos.

O governo achou que seria mais fácil aprovar a reforma, não contava que o corpo mole do congresso seria um corpo duro, no sentido de dificultar, em vez de ser propositivo. Agora que já viu que não conseguirá fazê-lo no primeiro semestre tem de começar a batalhar em outros campos, como a reforma tributária, nos projetos contra a corrupção. Podemos deixar os radares e tomadas para outro dia.” encerra ela.

*Dra Jessica Polese é Médica Pneumologista, especialista em Medicina do Sono, professora na Universidade Federal do Espírito Santo, escritora, ativista política e cidadã.

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Judiciário

Alcolumbre: Investigado no STF, presidente do Senado é barreira contra Lava Toga e impeachment de ministros

Ronaldo Marcos

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O presidente do Senado Davi Alcolumbre, afirmou hoje que com ele na cadeira pedido de impeachment de ministros do Supremo não vão prosperar. Saibam, Alcolumbre tem dois inquéritos no STF, que investigam possíveis crimes ocorridos durante a campanha eleitoral de 2014, quando ele se elegeu senador.

Alcolumbre [investigado no STF] arquivou o pedido de abertura da chamada CPI Lava Toga, que pretende investigar ações de tribunais superiores, depois da pressão de ministros do STF para senadores retirarem seus nomes da lista. Alcolumbre [investigado no STF] não deixou a possibilidade que o senador Alessandro Vieira, autor do pedido e que denunciou a pressão de ministros, coletasse novas assinaturas.

Veira não se deu por vencido, conseguiu mais assinatura, com sobras, e fará um novo pedido, que Alcolumbre [investigado no STF] já afirmou não “deixará ir a frente”, como não deixará ir também pedidos de impeachment de ministros, como os que tem sido protocolados contra Gilmar Medes, depois de sua descompostura com membros do Ministério Público, das possíveis ligações com membros do PSDB paulista condenados por corrupção e que deu liminares em favor, e da “canetada” ao saber da investigação da Receita Federal.

Alcolumbre [investigado no STF], como Rodrigo Maia, foi um dos apoiados pelo governo Bolsonaro, que baseou sua campanha falando em “Nova Política” e agora veem a “Velha Política” dominando o congresso, como já faziam antes.

Fonte: O Divergente

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Economia

Políticos não reeleitos se aposentam com valores entre R$ 23 e R$ 33 mil

Ronaldo Marcos

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Vários políticos que não conseguiram se reeleger na última eleição não estão muito preocupados com a perda de centenas de milhares de reais disponíveis mensalmente e diversos outros benefícios, já que fizeram seus pedidos de aposentadorias com valores bem acima do que o cidadão comum tem direito.

Entre esses não reeleitos vão citar seis e seu último pagamento de aposentadoria (Fevereiro 2019):

Romero Jucá. Recebeu no último pagamento R$ 23.151,00. Tornou-se réu por corrupção e lavagem de dinheiro e é considerado parte do chamado “Quadrilhão do PMDB”.

Edson Lobão. Recebeu no último pagamento R$ 25.271,00. Investigado pela Lava-Jato e é considerado parte do chamado “Quadrilhão do PMDB”.

Agripino Maia. Recebeu no último pagamento R$ 32.894,00. Tornou-se réu por duas vezes no STF por corrupção.

Antonio Carlos Valadares. Recebeu no último pagamento R$ 24.212,00.

Armando Monteiro. Recebeu no último pagamento R$ 19.293,00.

José Pimentel. Recebeu no último pagamento R$ 23.151,00. Investigado por corrupção passiva e prevaricação.

Além desses já havíamos escrito sobre Nelson Meurer, primeiro político condenado no STF, que vai receber mais de R$ 28 mil de aposentadoria parlamentar.

Leia aqui: Deputado condenado por corrupção e lavagem de dinheiro se aposenta com R$ 28 mil

 

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