Conectar conosco

Política

Na saída: Temer presenteia Marun com cargo de alto salário e pouco trabalho

Dani Schwery

Publicado

em

Nas suas últimas horas na presidência do Brasil o agora ex-presidente Michel Temer, eleito pela chapa petista com DMB (PMDB), nomeou para o conselho da Itaipú binacional o seu então Ministro da Secretaria do Governo, Carlos Marun.

Marun é a versão medebista de Ideli salvatti, ou Gleisi Hoffmann (ambas do PT), que não se intimidam em passar vergonha em rede nacional para defender ferrenhamente o “governo” do qual fazem parte.

A função de conselheiro é de quatro anos, não podendo ser modificado por outro presidente (em teoria), tem apenas seis reuniões por ano e salário de mais de 30 mil reais/mês.

Fonte: O Divergente

Continue lendo
clique para comentar

Responda

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Judiciário

Alcolumbre: Investigado no STF, presidente do Senado é barreira contra Lava Toga e impeachment de ministros

Ronaldo Marcos

Publicado

em

O presidente do Senado Davi Alcolumbre, afirmou hoje que com ele na cadeira pedido de impeachment de ministros do Supremo não vão prosperar. Saibam, Alcolumbre tem dois inquéritos no STF, que investigam possíveis crimes ocorridos durante a campanha eleitoral de 2014, quando ele se elegeu senador.

Alcolumbre [investigado no STF] arquivou o pedido de abertura da chamada CPI Lava Toga, que pretende investigar ações de tribunais superiores, depois da pressão de ministros do STF para senadores retirarem seus nomes da lista. Alcolumbre [investigado no STF] não deixou a possibilidade que o senador Alessandro Vieira, autor do pedido e que denunciou a pressão de ministros, coletasse novas assinaturas.

Veira não se deu por vencido, conseguiu mais assinatura, com sobras, e fará um novo pedido, que Alcolumbre [investigado no STF] já afirmou não “deixará ir a frente”, como não deixará ir também pedidos de impeachment de ministros, como os que tem sido protocolados contra Gilmar Medes, depois de sua descompostura com membros do Ministério Público, das possíveis ligações com membros do PSDB paulista condenados por corrupção e que deu liminares em favor, e da “canetada” ao saber da investigação da Receita Federal.

Alcolumbre [investigado no STF], como Rodrigo Maia, foi um dos apoiados pelo governo Bolsonaro, que baseou sua campanha falando em “Nova Política” e agora veem a “Velha Política” dominando o congresso, como já faziam antes.

Fonte: O Divergente

Continue lendo

Economia

Políticos não reeleitos se aposentam com valores entre R$ 23 e R$ 33 mil

Ronaldo Marcos

Publicado

em

Vários políticos que não conseguiram se reeleger na última eleição não estão muito preocupados com a perda de centenas de milhares de reais disponíveis mensalmente e diversos outros benefícios, já que fizeram seus pedidos de aposentadorias com valores bem acima do que o cidadão comum tem direito.

Entre esses não reeleitos vão citar seis e seu último pagamento de aposentadoria (Fevereiro 2019):

Romero Jucá. Recebeu no último pagamento R$ 23.151,00. Tornou-se réu por corrupção e lavagem de dinheiro e é considerado parte do chamado “Quadrilhão do PMDB”.

Edson Lobão. Recebeu no último pagamento R$ 25.271,00. Investigado pela Lava-Jato e é considerado parte do chamado “Quadrilhão do PMDB”.

Agripino Maia. Recebeu no último pagamento R$ 32.894,00. Tornou-se réu por duas vezes no STF por corrupção.

Antonio Carlos Valadares. Recebeu no último pagamento R$ 24.212,00.

Armando Monteiro. Recebeu no último pagamento R$ 19.293,00.

José Pimentel. Recebeu no último pagamento R$ 23.151,00. Investigado por corrupção passiva e prevaricação.

Além desses já havíamos escrito sobre Nelson Meurer, primeiro político condenado no STF, que vai receber mais de R$ 28 mil de aposentadoria parlamentar.

Leia aqui: Deputado condenado por corrupção e lavagem de dinheiro se aposenta com R$ 28 mil

 

Continue lendo

Economia

Políticos poderão perder aposentadoria especial

Ronaldo Marcos

Publicado

em

Na proposta entregue hoje pelo Governo ao Congresso  define novas regras de aposentadoria para deputados e senadores, acabando com a aposentadoria em regime especial atual.

Nas novas regras eles deverão, como todo cidadão ter a idade mínima de 62 e 65 anos,  para mulheres e homens respectivamente ao final da transição, e tempo mínimo de contribuição de 25 anos definido para servidores públicos.

Essa regra valerá para os novos parlamentares, para os atuais também valerá a regra de transição, similar a que está projetada para os trabalhadores privados.

No entanto essa é a proposta inicial apresentada ao congresso, que pode sofrer alterações ou nem mesmo ser aprovada.

Continue lendo

PUBLICIDADE


Destaques