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Notícias

Maia dá R$ 17 milhões para deputados fazerem mudanças

Jéssica Polese

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Rodrigo Maia, representante daquilo que a população não queria mais na política, que tenta se reeleger como presidente da câmara com o apoio, inclusive, de partidos que elegeram seus representantes com uma bandeira de mudança, como o PSL, resolveu dar uma de Papai-Noel e adiantou o pagamento do famigerado “Auxílio-Mudança”, que é o pagamento de um salário à mais no início e fim de mandato, para cada deputado “supostamente” custear suas mudanças de, ou para, Brasília. O valor é de R$ 33,7 mil.

Além do auxílio mudança os deputados também recebem seu salário e, incrivelmente, o 13º salário. Contudo, Maia promoveu o pagamento, que deveria ocorrer no final de janeiro, ainda em dezembro. Deixando os deputados com os bolsos cheios nas festas de final de ano.

Dos 513 deputados 251 se reelegeram e 500 receberam o auxílio, apenas quatro deles abriram mão.

O auxílio-mudança é pago também à senadores mesmo eles tendo sido reeleitos, que não haveria motivo de mudança, e para aqueles que já residem em Brasília.

Judiciário

Enquanto o Brasil pede o fim do foro privilegiado, Espírito Santo vai na mão contrária

Jéssica Polese

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Enquanto o todo o Brasil luta contra a relutância dos políticos em acabar com o foro privilegiado, que garante que muitos deles fiquem praticamente impunes de seus crimes, o estado do Espírito Santo tem ido no sentido contrário. E não é só em relação à isso que o estado tem dado demonstrações de que está virando um reduto da esquerda com a manutenção da política e ideias rejeitadas pelos cidadãos brasileiros.

No caso dos privilégios, o governador Paulo Hartung em suas últimas horas no governo, no dia 31 de dezembro, sancionou um pedido do Público Estadual (MPES), já aprovado pela Câmara, que deu superpoderes  ao procurador-geral de Justiça, hoje Eder Pontes. Com isso, o procurador pode atuar em qualquer caso de primeira e segunda instância que envolvam autoridades mesmo que não tenham ligação com o mandato, ou seja, praticamente ampliando o foro privilegiado dos mesmos.

Como a função de procurador-geral de justiça é de indicação política, não por concurso, o que se teme é que os casos envolvendo autoridades sejam julgados de forma parcial, como já aconteceu em vários  tribunais de contas, com seus conselheiros escolhidos entre políticos, ou como no caso dos deputados estaduais presos em vários estados que foram libertados à pedido de seus colegas de função depois que o judiciário deixou nas mãos de políticos a decisão judicial de liberdade à acusados de crimes.

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Judiciário

Hipocrisia: Juliano Medeiros, presidente do PSOL, morde a língua ao defender assassino

Jéssica Polese

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No Twitter o presidente do PSOL, Juliano Medeiros, provou como pensam pessoas com ideologia de esquerda no Brasil, saindo da área política e partindo para defesa de coisas indefensáveis, legais, éticas ou morais.

Medeiros, que talvez desconheça os processos, e provas, que levaram Battisti à quatro condenações perpétuas, diz acreditar que o terrorista, que se escondia no Brasil com suporte de políticos do partido dos Trabalhadores e Psol, seja inocente.

Ele ainda “esquece” que esse ídolo, que foi integrante de um partido italiano de esquerda, é considerado de forma unânime até mesmo entre partidos de mesma ideologia daquele país, como um criminoso comum.

O grupo de esquerda do qual Battisti fez parte é similar aos grupos criminosos que existiam no Brasil na época anterior e durante o regime militar que praticavam crimes comuns de assaltos, sequestros, assassinatos à mando e coisas similares e que mais tarde se declararam perseguidos políticos dos militares.

 

Link da postagem (clique aqui)

Medeiros, contudo, ainda mordeu a língua em suas próprias declarações ideológicas ao dizer que apenas a “palavra” de outras pessoas não tem valor, “…apenas PROVAS…”. Isso coloca a defesa de que apenas as palavras de mulheres nos casos de violência doméstica não tenham valor (nas palavras dele), ou mesmo que o, já falecido, Coronel Ustra seja inocentado nas denúncias de tortura. Mas nesses casos o discurso do partido muda.

Batistti não é o único terrorista, além dos nacionais, que a esquerda brasileira deu/dá apoio. Além dele também obteve guarida o fundador do PSOL, Achille Lolo, que colocou fogo na família de um adversário político fugindo posteriormente para o Brasil.

Leia Mais:
Achille Lollo: Quem é o italiano condenado por queimar duas crianças até a morte que fugiu para o Brasil?

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Judiciário

Terrorista ídolo da esquerda brasileira, Battisti, é preso na Bolívia

Dani Schwery

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O terrorist italiano Cesare Battisti, condenado quatro vezes à prisão perpétua na Itália por assassinatos e foragido desde dezembro passado, foi preso no fim da tarde deste sábado (12) em Santa Cruz de la Sierra, cidade mais populosa da Bolívia.

O STF havia determinada em 14 de dezembro a prisão do terrorista de extrema-esquerda italiana pelo assassinato de adversários políticos no seu país de origem.

Na foto Battisti quando recebeu apoio de políticos de diversos partidos de esquerda brasileiros que não querem sua extradição

Batistti vinha sendo mantido no Brasil com aval de políticos e governos petistas que impediram sua extradição para que cumprisse pena.

Com as frágeis fronteiras brasileiras, Battisti não deve ter encontrado dificuldade com o monitoramento da Polícia Federal para tentar se esconder na Bolívia, onde usava barbas falsas para sair às ruas quando foi preso pela polícia boliviana com o mandado de prisão enviado pela Interpol.

Batistti não é o único terrorista, além dos nacionais, que a esquerda brasileira deu/dá apoio. Além dele também obteve guarida o fundador do PSOL, Achille Lolo, que colocou fogo na família de um adversário político fugindo posteriormente para o Brasil.

Fonte: O Divergente

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