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Economia

#FimDoIPTU #FimDosImpostosIndiretos Levantemos essa bandeira.

Dani Schwery

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Não é de hoje que a gente vem denunciando os gastos exorbitantes da máquina pública e cobrando o fim dos impostos indiretos, cobrando mudanças nas aposentadorias especiais para políticos e questionando o perdão do IPTU que foi dado a grandes empresas ao invés de quitar o previdenciário, muitas empresas essas envolvidas no escândalo de corrupção conhecido por lava jato, conforme nosso ativismo de rua e presença nas redes sociais.  Veja alguns casos que já atuamos antes:

O povo clama por mudança nas aposentadorias, conforme o publicitado pelo G1.

Entretanto, as mudanças na aposentadoria que o povo clama não são as que tangem ao cidadão, mas sim as aposentadorias especiais de políticos, clama-se pelo corte de despesas na carne como o do STF e auxílio moradia, por exemplo.

Saiba mais sobre o STF e o auxílio moradia nos vídeos abaixo:

Por essa razão, que antes de mexer no bolso do cidadão, devemos agir de forma eficaz cobrando o FIM DO IPTU, FIM dos IMPOSTOS INDIRETOS, e cobrar dos bancos privados que poupanças sejam confiáveis, juros baixos, sem CMPF. Só assim o cidadão terá a confiança que precisa sentir vindo do privado e Estado para então fazer mudanças profundas no previdenciário, mas não antes de cortar na carne.

Dra Jessica Polese
Médica e ativista política

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Economia

Dr Jessica Polese adverte: Só reforma da previdência não vai salvar o Brasil

Dani Schwery

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Preocupada com a situação do país há anos, quando começou a atuar em causas políticas, Dra Jéssica Polese observa que muitas boas mudanças aconteceram nos últimos anos, a população se tornou mais consciente de que deve se envolver mais nas decisões que são tomadas pelos governos que vão influenciar suas vidas, mas acredita que estejamos dando muita atenção apenas há um item: a Reforma da Previdência.

Hoje, é quase unânime que as regras da previdência devem ser mudadas, contudo, o problema imediato do Brasil não será resolvido por ela, com o desemprego crescendo e chegando quase à casa dos 14 milhões.

Se a reforma, que vai ser dura por conta do atraso na sua manutenção e das desigualdades existentes, for a mais satisfatória possível ainda levará décadas para que sintamos seus efeitos, nenhuma consequência dela será a curto prazo. O “mercado” pode até ter uma melhora imediata mas, pela sua volatilidade, será algo pontual e de curta duração, pois o setor produtivo, aquele que realmente gera riquezas, não será afetado tão cedo.

O que sugere a Dra Jessica é que outras reformas devam estar “correndo” em paralelo, em especial a reforma tributária, essa que sim pode influenciar na geração de empregos à curto/médio prazo. Com a diminuição da carga tributária haverá mais estímulos aos empresários em contratar ou mesmo aqueles que ainda vão empreender. Como no caso da previdência, mesmo que a tributária seja a mais satisfatória possível levará um tempo até que as empresas cessem as demissões, comecem aproveitar os ainda empregados e parcialmente ociosos, para mais tarde começarem as contratações.

Não é possível que fiquemos esperando que a reforma da previdência chegue ao final, isso se chegar, e o projeto ainda deve ser avaliado também no senado, para só então tratar de outros assuntos também prioritários. Nós temos 513 deputados e 81 senadores, é gente demais, será que não conseguem estudar mais de um projeto por vez?” pergunta Dra Jessica.

Os projetos quando estão tramitando no congresso, seja na Câmara ou Senado, tem de passar por comissões, como a de Constituição de Justiça, de Orçamento, dentre outras, para avaliação da legalidade jurídica e da viabilidade financeira, por exemplo; essas comissões tem em média 10% dos membros de casa em que está, ou seja, a maioria dos deputados ou senadores estão ociosos nessa questão.

“Mesmo se tivéssemos menos, talvez metade, dos deputados e senadores, ainda assim já seria gente suficiente. Eles poderiam, por exemplo, parar de trabalharem apenas de terça à quinta, as vezes menos que isso, e permanecer em Brasília a semana toda para que as coisas andem mais rápido por lá, talvez com mais tempo lá eles possam ‘articular’ melhor'”, brinca ela.

Polese foi uma das que há muito tempo levantou a bandeira pelo fim dos impostos indiretos já na ocasião das manifestações dos caminhoneiros em 2018, o que resolveria parte do problema dos preços dos combustíveis que acaba refletindo em todos os outros produtos.

O governo achou que seria mais fácil aprovar a reforma, não contava que o corpo mole do congresso seria um corpo duro, no sentido de dificultar, em vez de ser propositivo. Agora que já viu que não conseguirá fazê-lo no primeiro semestre tem de começar a batalhar em outros campos, como a reforma tributária, nos projetos contra a corrupção. Podemos deixar os radares e tomadas para outro dia.” encerra ela.

*Dra Jessica Polese é Médica Pneumologista, especialista em Medicina do Sono, professora na Universidade Federal do Espírito Santo, escritora, ativista política e cidadã.

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Economia

Políticos não reeleitos se aposentam com valores entre R$ 23 e R$ 33 mil

Ronaldo Marcos

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Vários políticos que não conseguiram se reeleger na última eleição não estão muito preocupados com a perda de centenas de milhares de reais disponíveis mensalmente e diversos outros benefícios, já que fizeram seus pedidos de aposentadorias com valores bem acima do que o cidadão comum tem direito.

Entre esses não reeleitos vão citar seis e seu último pagamento de aposentadoria (Fevereiro 2019):

Romero Jucá. Recebeu no último pagamento R$ 23.151,00. Tornou-se réu por corrupção e lavagem de dinheiro e é considerado parte do chamado “Quadrilhão do PMDB”.

Edson Lobão. Recebeu no último pagamento R$ 25.271,00. Investigado pela Lava-Jato e é considerado parte do chamado “Quadrilhão do PMDB”.

Agripino Maia. Recebeu no último pagamento R$ 32.894,00. Tornou-se réu por duas vezes no STF por corrupção.

Antonio Carlos Valadares. Recebeu no último pagamento R$ 24.212,00.

Armando Monteiro. Recebeu no último pagamento R$ 19.293,00.

José Pimentel. Recebeu no último pagamento R$ 23.151,00. Investigado por corrupção passiva e prevaricação.

Além desses já havíamos escrito sobre Nelson Meurer, primeiro político condenado no STF, que vai receber mais de R$ 28 mil de aposentadoria parlamentar.

Leia aqui: Deputado condenado por corrupção e lavagem de dinheiro se aposenta com R$ 28 mil

 

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Economia

Políticos poderão perder aposentadoria especial

Ronaldo Marcos

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Na proposta entregue hoje pelo Governo ao Congresso  define novas regras de aposentadoria para deputados e senadores, acabando com a aposentadoria em regime especial atual.

Nas novas regras eles deverão, como todo cidadão ter a idade mínima de 62 e 65 anos,  para mulheres e homens respectivamente ao final da transição, e tempo mínimo de contribuição de 25 anos definido para servidores públicos.

Essa regra valerá para os novos parlamentares, para os atuais também valerá a regra de transição, similar a que está projetada para os trabalhadores privados.

No entanto essa é a proposta inicial apresentada ao congresso, que pode sofrer alterações ou nem mesmo ser aprovada.

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