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Especialista explica como curtir o carnaval e ainda dormir bem

Dani Schwery

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Não tem jeito. Para curtir as noites de carnaval reduzimos o tempo de sono. Com isso, o cansaço, a falta de concentração e a enxaqueca podem aparecer no dia seguinte. Para amenizar as consequências, o ideal é investir na “higiene do sono” mesmo durante a folia.

“É importante para quem vai curtir o Carnaval fora de casa levar seu próprio travesseiro e procurar um ambiente silencioso e escuro. Isso deixa o “cantinho” mais confortável e propicio para dormir o necessário”, recomenda a especialista em Medicina do Sono Jéssica Polese.

O tempo de sono também é fundamental. Não basta dormir bem por um período curto. Por isso, a médica recomenda manter as horas necessárias para recarregar as energias do corpo. “Isso muda de pessoa para pessoa. Há quem fique bem com cinco horas de sono. Outros precisam de dez. A média são oito horas”, completou.

Dicas para dormir melhor no carnaval

1. Escureça bem o local antes de dormir;

2. Leve seu próprio travesseiro;

3. Procuro um local silencioso;

4. Durma o necessário para recarregar as energias. Há pessoas que precisam de seis, sete, oito ou até dez horas de sono.

* Jessica Fábia Polese é mestre em ciências. Especialista em Medicina do sono, Especialista em Pneumologia pela Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (FHEMIG). Diretora clínica da Vivera. Responsável pelo laboratório do sono da Vivera e autora do livro “Meu Brasil é Verde e Amarelo”.

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Notícias

Maia é favorito na disputa da Câmara?! Puxemos a capivara do bom moço.

Jéssica Polese

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em

Photo: Shutterstock

1º de fevereiro de 2019 os deputados vão escolher o próximo presidente da Câmara. Até o momento, sete candidatos se apresentaram para a disputa, mas o atual ocupante do posto, Rodrigo Maia (DEM/RJ), desponta como favorito. Se for novamente presidente da Câmara, o parlamentar será recordista de tempo consecutivo de permanência no posto.

Até sexta-feira (23/11) foram anunciados:

Alceu Moreira (MDB-RS) – no 3º mandato, Presidente do partido no Rio Grande do Sul, integra a bancada ruralista.

Fábio Ramalho (MDB-MG) – Vice-presidente da Câmara, faz parte da coligação com o PT em Minas.

João Campos (PRB-GO) – Pastor ligado à Igreja Universal e delegado de polícia, representa a “bancada da bíblia”.

João Henrique Caldas (PSB-AL) – Conhecido pela sigla JHC, vai exercer o terceiro mandato consecutivo na Câmara, filho do ex-deputado João Caldas da Silva, condenado por envolvimento com a máfia dos sanguessugas.

Capitão Augusto (PR-SP) – Policial militar da “bancada da bala”, eleito para o segundo mandato.

Fernando Giacobo (PR-PR) – Primeiro secretário da Mesa Diretora da Câmara, vai para o quinto mandato.

Rodrigo Maia (DEM-RJ) – Presidente da Câmara, mantém vínculos com a esquerda parlamentar.

Vamos recordar:

– Maia aparece em inquérito que levanta suspeitas sobre sua relação com empreiteira acusada de integrar cartel;

– ‘Favores políticos’ para OAS;

– R$ 1 milhão foi o valor solicitado por Rodrigo Maia a Léo Pinheiro, segundo relatório da PF;

– Para Odebrecht, Maia era ‘Botafogo’;

– R$ 600 mil em doações da empreiteira, segundo Cláudio Melo Filho, entre 2010 e 2013.

Dra Jessica Polese

Médica e ativista política

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Notícias

Parabéns: você colaborou para produzir a maior renovação do congresso nacional em décadas!

Dani Schwery

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Eleições de 2018 foram um marco histórico da presença dos candidatos nas redes sociais. Em 2012 pessoas que falavam sobre política nas redes sociais eram raras, com poucas visualizações, portanto para chamar a atenção dos olhares do público era mais comum se encontrar personagens emblemáticos, como por exemplo, o “Raio Privatizador” em 2014, ou ainda as mulheres frutas.

Quando se falava em política mesmo que em grupos de facebook que carregasse o nome de Notícias da Cidade, era-se rechaçado, e, na maioria das vezes expulso como se fosse o errado da história.

Em 2013, as redes sociais começaram a ser diferencial, sendo a grande protagonista das grandes manifestações cujo o pontapé inicial foram os 20 centavos, mas a grande vitória foi derrubar a PEC 37. Mas nada se compara ao que se chegou agora em 2018.

Hoje, em 2018 a força das redes sociais superou a força do tempo de TV, pouco importando se PSDB (em muitos doa casos), tradicional partido, tinha mais tempo que outros partidos, caso do PSL que mesmo que com pouco tempo de TV fez a segunda maior bancada no congresso com 52 deputados eleitos, fez 44 novos deputados em relação a 2014. PT ainda continua com a liderança com 56 deputados eleitos, 5 a menos que em 2014, mas esse fato já não se deve mais ao tempo de TV, e sim, ao seu trabalho de base que pese todos os escândalos de corrupção e críticas severas ao viés ideológico, continua com forte trabalho de base.

A mudança de hábito da sociedade naturalmente vai mudar como se vê a briga pelo tempo de TV, abrindo espaço para novas discussões daqui para frente. Porém, muito ainda deve ser encarado que pouco mudou ainda neste ano, como ocorre com o fundo partidário, onde muito dos candidatos ainda recorrem ao dinheiro público para tão apenas gastar com marketing pessoal, não com saúde, educação e segurança como se devia. Fora a falta de critérios para a distribuição dos recursos públicos e a falta de controle do uso dos mesmos. O uso fundo partidário pode ser classificado simplesmente como imoral, um grande desperdício de dinheiro público.

Mesmo com tantas alternativas, exemplo disso é o crowdfunding, a velha política ainda se faz presente na mentalidade de muitos brasileiros que pouco exigem em propostas e ideias dos candidatos ainda neste momento. Eleitores que votam na base de gratidão, amizade e troca, que não entendem a importância de participar ativamente do processo político para a construção de um Brasil melhor. Somente muita inclusão e educação para transformar.

Dr. Gustavo Peixoto
Médico cirurgião e ativista político

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Judiciário

Gilmar Mendes, indicação de FHC, ataca colegas do STF favoráveis a prisão de Lula e chama manifestantes de nazistas

Dani Schwery

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Durante a sessão no STF ele já havia dito que aqueles que foram às ruas nos dias 31 e 03 agiam como Nazistas…

 

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