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Judiciário

Em vídeo Dias Toffoli confessa crime

Ronaldo Marcos

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No vídeo, quando Toffoli, já na função de ministro do supremo, confessa que atuava num processo que defendia invasores de terreno, e ao ver que não tinham opções contra a liminar que pedia o despejo que ocorreria no dia seguinte seu colega teria simplesmente desaparecido com o processo.

Incrívelmente, Toffoli fez essa declaração de crime num evento com calouros de faculdade de direito, enquanto ria. O que se espera de um ministro da mais alta corte num momento como àquele é que fizesse justamente o contrário, já que ali estão futuros operadores do direito [da justiça], exceto que ele queira que realmente as pessoas tenham a visão errada de quem está nessa área, que tem se tornado comum hoje.

Toffoli, que chegou ao supremo por indicação política, após advogar para o PT e no governo ao lado do criminoso condenado José Dirceu, também conseguiu uma coisa fascinante: para indicação à corte é necessário, segundo a legislação, “notável saber jurídico”, que ele conseguiu provar que não tem ao tentar dois concursos para juiz e não conseguir passar. Mas, por vias políticas, está no topo da pirâmide como presidente do Supremo Tribunal Federal.

Na semana passada Toffoli já protagonizou outras ações que demonstram que ele não estaria ao nível da função quando numa madrugada usou seu poder para intervir na eleição para presidência do senado, mesmo tendo dito quando assumiu a presidência que não ia interferir no legislativo e tendo dado uma negativa ao pedido de que a eleição naquela casa fosse aberta com a mesma alegação de ela tinha suas regras pré-estabelecidas e não poderia interceder. Mas parece que em favor de Renan Calheiros vale até trabalhar durante a madrugada. Pesou também a intervenção, considera ilegal por muitos juristas, contra a Receita Federal à pedido de Gilmar Mendes quando esse último descobriu que estava sendo investigado pelo órgão.

Também na semana passada o irmão de Toffoli foi denunciado em caso de corrupção com empreiteiras, além de outra condenação recente por improbidade, enquanto o próprio ministro já havia sido condenado à devolver quase meio milhão de reais ao governo do Amapá por contratos de prestação de serviços considerados irregulares.

Nesse momento volta a campanha de pedido de impeachment de Toffoli, que só pode ser avaliada pelo Senado,  esse sim acovardado, por ter muitos de seus membros investigados por casos de corrupção que envolvem grupos políticos que indicaram a maioria dos ministros do STF, que por conta do foro privilegiado são quem os julgaram, se os processos não prescreverem como é comum naquela corte.

Fonte: http://odivergente.com.br/2019/02/11/em-video-dias-toffoli-confessa-crime/

Judiciário

Alcolumbre: Investigado no STF, presidente do Senado é barreira contra Lava Toga e impeachment de ministros

Ronaldo Marcos

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O presidente do Senado Davi Alcolumbre, afirmou hoje que com ele na cadeira pedido de impeachment de ministros do Supremo não vão prosperar. Saibam, Alcolumbre tem dois inquéritos no STF, que investigam possíveis crimes ocorridos durante a campanha eleitoral de 2014, quando ele se elegeu senador.

Alcolumbre [investigado no STF] arquivou o pedido de abertura da chamada CPI Lava Toga, que pretende investigar ações de tribunais superiores, depois da pressão de ministros do STF para senadores retirarem seus nomes da lista. Alcolumbre [investigado no STF] não deixou a possibilidade que o senador Alessandro Vieira, autor do pedido e que denunciou a pressão de ministros, coletasse novas assinaturas.

Veira não se deu por vencido, conseguiu mais assinatura, com sobras, e fará um novo pedido, que Alcolumbre [investigado no STF] já afirmou não “deixará ir a frente”, como não deixará ir também pedidos de impeachment de ministros, como os que tem sido protocolados contra Gilmar Medes, depois de sua descompostura com membros do Ministério Público, das possíveis ligações com membros do PSDB paulista condenados por corrupção e que deu liminares em favor, e da “canetada” ao saber da investigação da Receita Federal.

Alcolumbre [investigado no STF], como Rodrigo Maia, foi um dos apoiados pelo governo Bolsonaro, que baseou sua campanha falando em “Nova Política” e agora veem a “Velha Política” dominando o congresso, como já faziam antes.

Fonte: O Divergente

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Judiciário

Proibido de fazer comício, Lula desiste de ir à velório

Ronaldo Marcos

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Lula desistiu de ir à velório do irmão após saber que não poderia fazer comício, como fez no de sua mulher.

Incrivelmente, Lula, que se diz injustiçado, conseguiu uma liminar do presidente do STF em menos de 12 horas apenas, enquanto pessoas, como a mineira Alcirene de Oliveira que esperou seis anos por uma decisão do mesmo tribunal sobre o fornecimento de medicamentos para câncer, morrem.

Se o preso não fosse Lula, talvez Dilma diria que a justiça não é feita para pobres e negros, caso de Alcirene, mas apenas para “velhos, brancos e ricos”, caso de Lula, mas com certeza nessa situação a opinião ‘deles’ muda.

Como o velório ocorria nessa manhã, 30, Lula, que seria levado de helicóptero, mesmo com a PF já tendo informado que eles estavam sendo utilizados em operações de resgate, desistiu ao saber que ainda poderia se encontrar com familiares, mas que deveria ser ambiente fechado, até mesmo para sua segurança, onde não poderia fazer comício. Não que isso não tenha acontecido da mesma forma durante o enterro do irmão por seus “camaradas” de partido/seita ou mesmo parceiros em processos criminais.

 

 

Ré Gleisi convidando para comício em velório

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Judiciário

Enquanto o Brasil pede o fim do foro privilegiado, Espírito Santo vai na mão contrária

Jéssica Polese

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Enquanto o todo o Brasil luta contra a relutância dos políticos em acabar com o foro privilegiado, que garante que muitos deles fiquem praticamente impunes de seus crimes, o estado do Espírito Santo tem ido no sentido contrário. E não é só em relação à isso que o estado tem dado demonstrações de que está virando um reduto da esquerda com a manutenção da política e ideias rejeitadas pelos cidadãos brasileiros.

No caso dos privilégios, o governador Paulo Hartung em suas últimas horas no governo, no dia 31 de dezembro, sancionou um pedido do Público Estadual (MPES), já aprovado pela Câmara, que deu superpoderes  ao procurador-geral de Justiça, hoje Eder Pontes. Com isso, o procurador pode atuar em qualquer caso de primeira e segunda instância que envolvam autoridades mesmo que não tenham ligação com o mandato, ou seja, praticamente ampliando o foro privilegiado dos mesmos.

Como a função de procurador-geral de justiça é de indicação política, não por concurso, o que se teme é que os casos envolvendo autoridades sejam julgados de forma parcial, como já aconteceu em vários  tribunais de contas, com seus conselheiros escolhidos entre políticos, ou como no caso dos deputados estaduais presos em vários estados que foram libertados à pedido de seus colegas de função depois que o judiciário deixou nas mãos de políticos a decisão judicial de liberdade à acusados de crimes.

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