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Judiciário

Dra Jéssica Polese, ativista e médica nas horas vagas, esta inquieta com o resultado de ontem 6×5 no STF

Jéssica Polese

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Dra Jéssica Polese, ativista bem atuante em Vitória/ES por anos, conhecida na região por isso, já tendo deixado petista calado na tribuna, brinca que exerce a medicina (seu trabalho) nas horas vagas, visto que, as ações políticas não tem dado descanso ao povo brasileiro, “temos que gastar mais tempo sendo ativistas a nos dedicar as atividades que deveriam ser regulares e cotidianas”, desabafa.
Dra Jéssica, mesmo com um lançamento de livro iminente para o 12 de abrilMeu Brasil é verde e Amarelo, na sua inquietude com o cenário político atual, voltou as ruas para se manifestar contra o STF. Ela conta que liga para várias pessoas, espalha imagens convocações pelo WhatsApp, posta nas fanpages de facebook, twitter, instagram, entra em contato com outros grupos de pessoas, cita dois grupos de pessoas em especial: Ativação e Vitória da Ética, e perde o sono, mesmo sendo especialista do sono, brinca. A doutora não aprova o cenário atual, não esta contente com a subida de Temer ao poder porque ele era da mesma chapa Dilma-Temer até pouquíssimo tempo atrás e é o escolhido como parte de um acordão fruto de articulação política com o fim de melar a lava jato; Jéssica esta perturbada com a sempre ligação do PMDB, PT e PSDB com seus partidos de aluguéis, como ​​por exemplo, o DEM, amenizando para o senador Aécio Neves, quem devia estar expulso e sem legenda nesse momento, passando o mesmo que qualquer corrupto deveria estar passando. Não raro Dra Jéssica faz críticas em suas redes sociais e cobra o fim do foro privilegiado, pois crê ser um absurdo STF agir como advogado de defesa de Lula, mas não fazer o fim do foro privilegiado andar, vai além e diz que com “trocentos” pedidos de Habeas Corpus a frente do Lula, a ministra Carmem Lúcia colocou o de Lula a frente, enquanto arquivaram o projeto que devia estar correndo: fim do foro privilegiado.
Lula vai preso ou não? Quando? O ex-Presidente foi derrotado por 6 a 5 no Supremo Tribunal Federal. Após 11 horas de debates em juridiquês quase incompreensível pelos cidadãos normais, o STF negou o habeas corpus preventivo em favor de Lula. O chefão petista só não vai preso imediatamente porque seus advogados farão mais uma manobra embromatória até o dia 10 de abril? Ou vai? Defesa de Lula pode recorrer ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região em uma espécie de “embargo do embargo”, atrasando a execução provisória da pena de 12 anos e um mês de prisão para Lula.

Só depois da nova deliberação do TRF-4, o juiz Sérgio Moro poderá ser acionado para determinar a prisão de Lula? já pode ir preso? A dúvida é onde ele ficará encarcerado. Nos bastidores judiciais, já se especula sobre manobras para que ele fique “hospedado” em uma confortável instalação militar, provavelmente da Marinha – em vez de encarar uma cela gelada da República de Curitiba, onde ele foi condenado pela 13ª Vara Criminal Federal. Quando e onde Lula puxará cana e lá ficar para cumprir sua pena? Eis a dúvida…

 

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Judiciário

Alcolumbre: Investigado no STF, presidente do Senado é barreira contra Lava Toga e impeachment de ministros

Ronaldo Marcos

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O presidente do Senado Davi Alcolumbre, afirmou hoje que com ele na cadeira pedido de impeachment de ministros do Supremo não vão prosperar. Saibam, Alcolumbre tem dois inquéritos no STF, que investigam possíveis crimes ocorridos durante a campanha eleitoral de 2014, quando ele se elegeu senador.

Alcolumbre [investigado no STF] arquivou o pedido de abertura da chamada CPI Lava Toga, que pretende investigar ações de tribunais superiores, depois da pressão de ministros do STF para senadores retirarem seus nomes da lista. Alcolumbre [investigado no STF] não deixou a possibilidade que o senador Alessandro Vieira, autor do pedido e que denunciou a pressão de ministros, coletasse novas assinaturas.

Veira não se deu por vencido, conseguiu mais assinatura, com sobras, e fará um novo pedido, que Alcolumbre [investigado no STF] já afirmou não “deixará ir a frente”, como não deixará ir também pedidos de impeachment de ministros, como os que tem sido protocolados contra Gilmar Medes, depois de sua descompostura com membros do Ministério Público, das possíveis ligações com membros do PSDB paulista condenados por corrupção e que deu liminares em favor, e da “canetada” ao saber da investigação da Receita Federal.

Alcolumbre [investigado no STF], como Rodrigo Maia, foi um dos apoiados pelo governo Bolsonaro, que baseou sua campanha falando em “Nova Política” e agora veem a “Velha Política” dominando o congresso, como já faziam antes.

Fonte: O Divergente

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Judiciário

Em vídeo Dias Toffoli confessa crime

Ronaldo Marcos

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No vídeo, quando Toffoli, já na função de ministro do supremo, confessa que atuava num processo que defendia invasores de terreno, e ao ver que não tinham opções contra a liminar que pedia o despejo que ocorreria no dia seguinte seu colega teria simplesmente desaparecido com o processo.

Incrívelmente, Toffoli fez essa declaração de crime num evento com calouros de faculdade de direito, enquanto ria. O que se espera de um ministro da mais alta corte num momento como àquele é que fizesse justamente o contrário, já que ali estão futuros operadores do direito [da justiça], exceto que ele queira que realmente as pessoas tenham a visão errada de quem está nessa área, que tem se tornado comum hoje.

Toffoli, que chegou ao supremo por indicação política, após advogar para o PT e no governo ao lado do criminoso condenado José Dirceu, também conseguiu uma coisa fascinante: para indicação à corte é necessário, segundo a legislação, “notável saber jurídico”, que ele conseguiu provar que não tem ao tentar dois concursos para juiz e não conseguir passar. Mas, por vias políticas, está no topo da pirâmide como presidente do Supremo Tribunal Federal.

Na semana passada Toffoli já protagonizou outras ações que demonstram que ele não estaria ao nível da função quando numa madrugada usou seu poder para intervir na eleição para presidência do senado, mesmo tendo dito quando assumiu a presidência que não ia interferir no legislativo e tendo dado uma negativa ao pedido de que a eleição naquela casa fosse aberta com a mesma alegação de ela tinha suas regras pré-estabelecidas e não poderia interceder. Mas parece que em favor de Renan Calheiros vale até trabalhar durante a madrugada. Pesou também a intervenção, considera ilegal por muitos juristas, contra a Receita Federal à pedido de Gilmar Mendes quando esse último descobriu que estava sendo investigado pelo órgão.

Também na semana passada o irmão de Toffoli foi denunciado em caso de corrupção com empreiteiras, além de outra condenação recente por improbidade, enquanto o próprio ministro já havia sido condenado à devolver quase meio milhão de reais ao governo do Amapá por contratos de prestação de serviços considerados irregulares.

Nesse momento volta a campanha de pedido de impeachment de Toffoli, que só pode ser avaliada pelo Senado,  esse sim acovardado, por ter muitos de seus membros investigados por casos de corrupção que envolvem grupos políticos que indicaram a maioria dos ministros do STF, que por conta do foro privilegiado são quem os julgaram, se os processos não prescreverem como é comum naquela corte.

Fonte: http://odivergente.com.br/2019/02/11/em-video-dias-toffoli-confessa-crime/

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Judiciário

Proibido de fazer comício, Lula desiste de ir à velório

Ronaldo Marcos

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Lula desistiu de ir à velório do irmão após saber que não poderia fazer comício, como fez no de sua mulher.

Incrivelmente, Lula, que se diz injustiçado, conseguiu uma liminar do presidente do STF em menos de 12 horas apenas, enquanto pessoas, como a mineira Alcirene de Oliveira que esperou seis anos por uma decisão do mesmo tribunal sobre o fornecimento de medicamentos para câncer, morrem.

Se o preso não fosse Lula, talvez Dilma diria que a justiça não é feita para pobres e negros, caso de Alcirene, mas apenas para “velhos, brancos e ricos”, caso de Lula, mas com certeza nessa situação a opinião ‘deles’ muda.

Como o velório ocorria nessa manhã, 30, Lula, que seria levado de helicóptero, mesmo com a PF já tendo informado que eles estavam sendo utilizados em operações de resgate, desistiu ao saber que ainda poderia se encontrar com familiares, mas que deveria ser ambiente fechado, até mesmo para sua segurança, onde não poderia fazer comício. Não que isso não tenha acontecido da mesma forma durante o enterro do irmão por seus “camaradas” de partido/seita ou mesmo parceiros em processos criminais.

 

 

Ré Gleisi convidando para comício em velório

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