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Política

Ativista famosa do ES se revolta com Lewandowski e endossa apoio ao advogado preso

Dani Schwery

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Jessica Polese protesta contra Lewandowski
Médica, ativista e escritora Jessica Polese protesta contra Lewandowski

Conforme o noticiado em O Divergente, Lewandowski pede prisão de advogado que disse sentir vergonha do STF,  o ministro requisitou aos comissários de bordo que chamassem a Polícia Federal depois de ouvir do advogado que “…o Supremo é uma vergonha, viu? Eu tenho vergonha de ser brasileiro quando eu vejo vocês...”.

O advogado ficou retido pela PF até o meio da tarde, quando indignado disse: “O que me causa espanto é aquela questão do Estado contra o inimigo. Se eu fosse o Lula talvez o grau de amistosidade seria outro. Acho que temos que ter compostura para ouvir uma crítica, desde que ela seja respeitosa.”

Ativistas tradicionais que vem protestando desde 2013 se revoltaram com a atitude do ministro do STF – o juiz sem concurso, e, fizeram um levante nas redes sociais em apoio ao advogado. É o caso da médica Jessica Polese conhecida e atuante no Espírito Santo (ES).

Jessica Polese protesta contra Lewandowski

Ativistas de longa estrada mais uma vez mostram descontentamento com o STF. Jessica Polese faz cartaz e posta nas redes sociais.

Jessica Polese é médica por profissão, escritora do livro Meu Brasil Verde e Amarelo e não fica restrita só ao mundo virtual, a ativista levou ao assunto para o evento da reitora da Universidade Federal do espírito Santo – UFES para debater com outras mulheres.

 

Dra Jessica Polese na reitoria da UFES

Dra Jessica leva o caso Lewandowski do STF à reitoria da UFES.

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Judiciário

Enquanto o Brasil pede o fim do foro privilegiado, Espírito Santo vai na mão contrária

Jéssica Polese

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Enquanto o todo o Brasil luta contra a relutância dos políticos em acabar com o foro privilegiado, que garante que muitos deles fiquem praticamente impunes de seus crimes, o estado do Espírito Santo tem ido no sentido contrário. E não é só em relação à isso que o estado tem dado demonstrações de que está virando um reduto da esquerda com a manutenção da política e ideias rejeitadas pelos cidadãos brasileiros.

No caso dos privilégios, o governador Paulo Hartung em suas últimas horas no governo, no dia 31 de dezembro, sancionou um pedido do Público Estadual (MPES), já aprovado pela Câmara, que deu superpoderes  ao procurador-geral de Justiça, hoje Eder Pontes. Com isso, o procurador pode atuar em qualquer caso de primeira e segunda instância que envolvam autoridades mesmo que não tenham ligação com o mandato, ou seja, praticamente ampliando o foro privilegiado dos mesmos.

Como a função de procurador-geral de justiça é de indicação política, não por concurso, o que se teme é que os casos envolvendo autoridades sejam julgados de forma parcial, como já aconteceu em vários  tribunais de contas, com seus conselheiros escolhidos entre políticos, ou como no caso dos deputados estaduais presos em vários estados que foram libertados à pedido de seus colegas de função depois que o judiciário deixou nas mãos de políticos a decisão judicial de liberdade à acusados de crimes.

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Judiciário

Hipocrisia: Juliano Medeiros, presidente do PSOL, morde a língua ao defender assassino

Jéssica Polese

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No Twitter o presidente do PSOL, Juliano Medeiros, provou como pensam pessoas com ideologia de esquerda no Brasil, saindo da área política e partindo para defesa de coisas indefensáveis, legais, éticas ou morais.

Medeiros, que talvez desconheça os processos, e provas, que levaram Battisti à quatro condenações perpétuas, diz acreditar que o terrorista, que se escondia no Brasil com suporte de políticos do partido dos Trabalhadores e Psol, seja inocente.

Ele ainda “esquece” que esse ídolo, que foi integrante de um partido italiano de esquerda, é considerado de forma unânime até mesmo entre partidos de mesma ideologia daquele país, como um criminoso comum.

O grupo de esquerda do qual Battisti fez parte é similar aos grupos criminosos que existiam no Brasil na época anterior e durante o regime militar que praticavam crimes comuns de assaltos, sequestros, assassinatos à mando e coisas similares e que mais tarde se declararam perseguidos políticos dos militares.

 

Link da postagem (clique aqui)

Medeiros, contudo, ainda mordeu a língua em suas próprias declarações ideológicas ao dizer que apenas a “palavra” de outras pessoas não tem valor, “…apenas PROVAS…”. Isso coloca a defesa de que apenas as palavras de mulheres nos casos de violência doméstica não tenham valor (nas palavras dele), ou mesmo que o, já falecido, Coronel Ustra seja inocentado nas denúncias de tortura. Mas nesses casos o discurso do partido muda.

Batistti não é o único terrorista, além dos nacionais, que a esquerda brasileira deu/dá apoio. Além dele também obteve guarida o fundador do PSOL, Achille Lolo, que colocou fogo na família de um adversário político fugindo posteriormente para o Brasil.

Leia Mais:
Achille Lollo: Quem é o italiano condenado por queimar duas crianças até a morte que fugiu para o Brasil?

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Judiciário

Terrorista ídolo da esquerda brasileira, Battisti, é preso na Bolívia

Dani Schwery

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O terrorist italiano Cesare Battisti, condenado quatro vezes à prisão perpétua na Itália por assassinatos e foragido desde dezembro passado, foi preso no fim da tarde deste sábado (12) em Santa Cruz de la Sierra, cidade mais populosa da Bolívia.

O STF havia determinada em 14 de dezembro a prisão do terrorista de extrema-esquerda italiana pelo assassinato de adversários políticos no seu país de origem.

Na foto Battisti quando recebeu apoio de políticos de diversos partidos de esquerda brasileiros que não querem sua extradição

Batistti vinha sendo mantido no Brasil com aval de políticos e governos petistas que impediram sua extradição para que cumprisse pena.

Com as frágeis fronteiras brasileiras, Battisti não deve ter encontrado dificuldade com o monitoramento da Polícia Federal para tentar se esconder na Bolívia, onde usava barbas falsas para sair às ruas quando foi preso pela polícia boliviana com o mandado de prisão enviado pela Interpol.

Batistti não é o único terrorista, além dos nacionais, que a esquerda brasileira deu/dá apoio. Além dele também obteve guarida o fundador do PSOL, Achille Lolo, que colocou fogo na família de um adversário político fugindo posteriormente para o Brasil.

Fonte: O Divergente

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